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Podcast Animagos #7 – As novas Escolas de Bruxaria do mundo

Escrito por Igor Moretto

Mês passado fomos surpreendidos com a revelação das escolas de bruxaria espalhadas pelo mundo através do Pottermore! Além desse que é o assunto principal, comentamos as notícias e os comentários.

Hoje, seus anfitriões preferidos Igor Moretto (@igorzets), Vinicius Ebenau (@vinnyebenau) e Renato Delgado (@nato_delgado) se juntam à blogueira e YouTuber Aline T.K.M. (@aline_tkm) para discutir as novidades! Visite o blog e o canal da Aline.

Você pode ouvir o episódio no player logo abaixo ou fazer o download do .mp3 aqui (botão direito, salvar link como…/salvar link). O episódio também está disponível no iTunes, então você poderá assinar o feed no seu computador ou ouvir os episódios no seu iPhone, iPod ou iPad no aplicativo Podcasts.

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Sobre o autor

Igor Moretto

Igor já trabalhou como tradutor de conteúdo em diversos sites. Hoje, formado em Produção Audiovisual, procura alimentar o Animagos com novidades e é responsável pelo podcast mensal e o Muffliato.

  • Nayara Sevciuc

    Voltei gente, to aqui!!!!!!
    – A morte do Alan Rickman foi uma coisa muito sinistra, acho que assim como todo mundo eu não senti nada na hora, nem caiu a ficha, mas conforme o dia ia passando e as pessoas iam se manifestando eu percebi que tinha acontecido de verdade. Foi bem triste. Maggie Smith que não me venha com isso também. Espera mais uns anos querida, nunca te pedi nada.
    – Roupa repetida não é problema, Daniel Radcliffe que o diga. Mesma camiseta em quase todos os filmes, alguém avisa o menino.
    – O vídeo que saiu de Cursed Child tem vários nadas, vou falar bem a verdade. Não me acrescentou em nada meeeeesmo.
    – Eu acho que essa noia de cair na Grifinória já passou. Hoje o pessoal está mais “pensante” e não escolhem a casa por modinha e sim por afinidade, e digo mais, muitos não querem cair na Grifinória por motivos de: Harry! (Mas eu continuo na Grif, hoje e sempre, amém, é nóis, Weasley Pride)
    – O nome da escola do Brasil….sem palavras, vamos mudar de assunto, pq é muito bosta.
    – Draco na Pigfarts, to me sentindo o Capitão América, entendi a referência.
    – Realmente, faltou um pesquisa além de wikipédia para a escola do Brasil, algumas coisas são muito bléh. Acho que essas história das escolas não foi muito pensado, parece que ela quis postar algo e pronto. Postou. Espero que futuramente ela venha a explorar mais essas escolas e até mesmo a magia nos outros países.
    – Enciclopédia, por favor!!!!! Melhor coisa. Nem que ela escreva, lance e depois escreva um volume dois se tiver algo a acrescentar.
    – Eu pensei nisso também, quanto a ela ter escrito ou não, muita coisa não parece que ela escreveu, ela não cometeria erros deste porte (erra país, criar coisas vagas e tal).
    – Gostei mais da Mahoutokoro, já quero uma visita guiada.
    – Não sei se vocês vão comentar sobre isso no podcast 8 porque não ouvi ainda, mas vi agora que o pottermore está traduzindo o conteúdo para diversas línguas além do inglês, e tem em Português (Brasil), mas está muito ruim, parece muito que é jogado no google translate e não passa por revisão nenhuma. Algumas coisas ficaram sem sentido. É muita sacanagem com a galera que não entende Inglês e tem que recorrer a isso. (Desabafo)

    Bom, acabei esse podcast, já vou ouvir o próximo e comentar.
    Adiooooooooos.

  • Pingback: Pottermore anuncia quatro novos textos de J.K. Rowling! - Animagos()

  • Henrique Tavares

    Assim como vocês, achei “castelobruxo” um nome muito triste. Acho que não consigo expressar o quanto acho um nome deprimente. É básico, preguiçoso e feio do nível que fanfics não teriam coragem de usar. Poderia facilmente ser um nome tupi-guarani mesmo, significando algo como “pedra dourada mágica” (até tentei montar uma palavra, mas não achei tradução para “ouro” e “magia” no tupi). E como Eldorado tem origem aparentemente inca, e tem origem na época em que esse povo ainda estava se desenvolvendo, também poderia ser um nome inca.

    Sobre Ilvermorny, concordo que no canadá seria uma localização muito boa. Uma coisa que fiquei pensando quando vi ela no mapa: achei bem próxima de Salem. Será que significa alguma coisa? Sobre a construção em si, penso muito nela como a mansão dos x-men usada nos filmes. Segue uma foto (reparem na bandeira hasteada): https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/65/Hatley_Castle_BC.jpg
    Mas sendo uma escola da América do Norte, deveria ser algo tremendamente maior, já que Hogwarts já é gigante tendo alunos apenas do reino unido.

    Os pétreis da escola japonesa me lembraram dos “Loftwings”, os pássaros gigantes do jogo The Legend of Zelda: Skyward Sword. Infelizmente não consegui traçar uma referência em comum entre os dois, embora sempre haja elementos da cultura japonesa na franquia. No jogo, há uma academia nessa cidade flutuante onde habilidades de vôo com seus pássaros é um dos aprendizados mais importantes. Segue foto: http://firsthour.net/screenshots/legend-of-zelda-skyward-sword/legend-of-zelda-skyward-sword-loftwing.jpg

    Sobre as duas escolas restantes, sinto falta de escolas cobrindo o oriente-médio e ásia. Portanto uma no Tibet, escondida nas cordilheiras Himalaias, para os alunos da Índia, China, Mongólia e outros países menores da região (poderia inclusive se basear na lenda da cidade perdida Shangri-la/Shambala. Caberia muito bem um estilo de aprendizado no estilo dos monastérios tibetanos e na filosofia budista. A outra poderia ficar na península arábica, escondida nos desertos, e baseando-se na lenda de Irã dos Pilares (fica muito batido apostar sempre na ideia de lendas de cidades perdidas, mas se a JK aprovou a ideia de Eldorado…). Enfim, uma escola árabe é a que eu mais teria expectativa de conhecer, eu acharia absolutamente incrível ver a versão bruxa da cultura árabe. Acho o lado místico deles realmente enfeitiçante.

    • Seringa

      Gosto do seu comentário e os acho muito pertinente. No que diz respeito à Castelobruxo, eu tenho como headcanon o nome Jubapajé, do tupi-guarani jubá (amarelo; dourado) e pajé (xamã, curandeiro, mago; magia em si). A tradução seria algo como “bruxo dourado”. Esse nome me remete à lenda de Manoa, também conhecida por Eldorado, sobre um sacerdote da etnia muísca que realizava rituais se cobrindo de ouro, e mergulhava em um lago nos Andes colombianos. Também considerei o nome Itajubaçu — ita (pedra, rocha), jubá (amarelo; dourado) e uçu (terminação que denota grandeza) — com base na descrição do Pottermore. É interessante notar que Castelobruxo se encontra na mesma região da lendária cidade de Paitíti, no caso, no noroeste brasileiro (Acre, Rondônia, Mato Grosso).

      • Henrique Tavares

        Ótima sugestão. Poderia até circular entre itapajé ou itajubá, além das variantes maiores incluindo uçu – e qualquer uma seria anos-luz mais apropriada do que, argh, Castelobruxo.

        Uma coisa que eu fico pensando agora, voltando a esse assunto depois de termos aprendido sobre a história de Ilvermorny, é que as escolas americanas pelo jeito são apenas obras de europeus, e justificaria o nome em português. Isso realça uma visão de incapacidade dos nativos que faz eu gostar menos disso tudo, e menos da ideia de Ilvermorny que eu até tinha conseguido um apreço.

        • Seringa

          Eu até cheguei a cogitar Itajubá e Itapajé como nomes, mas descobri que estes são dois municípios brasileiros reais (em Minas e no Ceará, respectivamente). Daí deixei de lado, pois queria algo mais… único. No entanto, gosto de fazer um paralelo entre os nomes de origens portuguesa e nativa: Brasil e Pindorama; Castelobruxo e Piatamboé… Nomes que coexistem.

          Quanto à Ilvermorny, sim, esse aspecto da história também me incomodou. O que me conforta quanto à Castelobruxo é que, no texto do Pottermore, há uma insinuação de que a escola brasileira de bruxaria seria pelo menos tão antiga quanto a própria Hogwarts — o que me leva à crer que a bruxandade indígena sul-americana já era bem desenvolvida. Resta esperar saber se essas questões todas um dia terão respostas.

  • Gustavo Borella

    Olá, pessoal do Animagos. Mais uma vez o podcast estava divertido, gostei dos tópicos que foram abordados. Sobre as escolas, gostei bastante da escola japonesa e também estou torcendo para a escola norte-americana ser no Canadá.
    Espero que a J.K. não deixe que as pessoas do Pottermore escrevam pelo nome dela, talvez ela tenha algum controle disso, mas acho que não é 100%, isso é em relação aos conteúdos do Pottermore.
    Gostei muito desse podcast, até o próximo. Nox!

  • Gisele Oliveira

    Olá, pessoal do Animagos!
    Então, gente, tem uma questão que foi levantada pelas internets da vida (especialmente depois do anúncio de Cursed Child e agora das escolas de magia pelo mundo) que anda martelando minha cabeça e, infelizmente, vcs não discutiram muito sobre isso no cast. Será que a JK Rowling deve abrir mão um pouco da série e deixá-la nas mãos de outras mentes criativas? Há um tempo atrás eu seria totalmente contra qualquer coisa de HP que não viesse das mão da JK (assim como o resto dos fãs, creio), mas hoje em dia a série já está tão grande que acho que ela não dá mais conta de atender a demanda dos fãs e criar conteúdos sozinha. Eu sempre tive a sensação q a Jk era bem possessiva com HP, quando ela
    vendeu os direitos de filmagem pra warner já perdeu um pouco do controle
    sobre a história, com cursed child ela nem assina o roteiro, e agora
    com as escolas de magia pelo mundo seria a oportunidade perfeita pra ela
    delegar a função de criar a mitologia das mesmas à outras pessoas,
    especialmente pessoas desses países né, que conhecem a cultura local. Gostaria de ouvi-los discutir a respeito, acho q até daria tema pra um podcast. O q acham?
    A escola do Brasil é bem estereotipada por todos os motivos que vcs já falaram, triste. Eu moro no Pará e quando lembro dos vááários nomes legais de cidades e bairros de origem indígena q tem por aqui fico com raiva de uma escolha tão pobre e incoerente como “Castelobruxo”. Será q foi a Jk q concebeu essas informações? Se sim, mais um motivo pra passar a bola pra outros.
    Gostei da participação da convidada do mês.
    Até a próxima!

  • Leticia

    Oi pessoal!

    Já quero começar falando do que já tava me incomodando um pouco mas ninguém tava comentando que é o fato do nome da escola brasileira ser em português sendo que “a escola é tão antiga quanto Hogwarts”. Ela realmente poderia ter pesquisado um pouco mais e escolhido um nome indígena ou, pelo menos, que não fosse tão simples como Castelobruxo. Vocês mesmos falaram que as outras escolas reveladas antes da história terminar tinham nomes mais criativos, e isso é verdade. Ainda sim, Castelobruxo, uma escola dita ser tão antiga quanto Hogwarts (que tem, pelo menos, 1000 anos), ter um nome em português sendo que os portugueses só chegaram aqui em 1500 fica um tanto estranho, mas nem tudo é perfeito (desculpa se isso ficou parecendo um desabafo)

    Já sobre a arquitetura, a escola fica no Brasil, mas serve para toda américa do sul (latina, provavelmente) e talvez seja por isso que é inspirada na lenda de Eldorado, já que essa lenda conta que havia uma cidade perdida na floresta amazônica. Mas um templo ser chamado de castelo não é lá grande coisa, mas vamos fazer o que né?

    E sobre a Ilvermory ser no Canadá, eu já acho mais interessante. Se não me engano, tem uma lei louca lá que proíbe o aprendizado de bruxaria e talvez a JK tenha descoberto sobre essa lei e quis “brincar” um pouco com ela colocando uma escola bruxa lá pra poder “usar” essa lei. Tipo, com algum acontecimento no passado, ai precisaram criar uma lei para evitar que coisas do tipo aconteçam de novo (eu não sou muito criativa, desculpa). É válido, certo?

    Bom trabalho com o podcast e obrigada por terem lido meu comentário num podcast anterior 😀

    PS: me desculpei um pouco mais do que eu esperava nesse comentário.
    PS2: talvez não seja a JK Rowling que tenha feito os textos sobre as escolas, mas deve ter dado as instruções sobre como elas deveriam ser. Quero dizer, mais ou menos como foi com Cursed Child.