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Podcast Animagos #8 – Andarilhos de Pele, Purgantes e o MACUSA

Escrito por Igor Moretto

Com a publicação dos textos da História da Magia na América do Norte, feita pelo Pottermore na semana passada, tivemos muito o que comentar. É claro que além do assunto principal, nós fazemos um resumo das notícias e a leitura dos comentários do episódio anterior.

Hoje, seus anfitriões belíssimos Igor Moretto (@igorzets), Vinicius Ebenau (@vinnyebenau) e Renato Delgado (@nato_delgado) discutem a polêmica que envolveu as crenças das comunidades indígenas dos Estados Unidos e especulam sobre a possibilidade de alguns aspectos das novas histórias estarem presentes na trilogia de filmes de Animais Fantásticos.

Você pode ouvir o episódio no player logo baixo ou fazer o download do .mp3 aqui (botão direito, salvar link como…/salvar link). O episódio também está disponível no iTunes, então você poderá assinar o feed no seu computador ou ouvir os episódios no seu iPhone, iPod ou iPad no aplicativo Podcasts.

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E pronto! Se você não tiver um perfil no Twitter, você pode enviar um e-mail para promocao@animagos.com.br avisando sobre seu desejo de participar (no entanto, ainda é preciso ser inscrito no canal). O sorteio, válido somente para residentes do Brasil, acontece no dia 24 e terá DOIS ganhadores!

Deixe seu comentário abaixo, ou envie no nosso Twitter e Facebook para que a gente leia no próximo episódio!

P.S.: Pedimos desculpas por erros de edição e de informação que acabaram sendo percebidos por nós após o lançamento desse podcast. Eles não se repetirão.

Sobre o autor

Igor Moretto

Igor já trabalhou como tradutor de conteúdo em diversos sites. Hoje, formado em Produção Audiovisual, procura alimentar o Animagos com novidades e é responsável pelo podcast mensal.

  • Daniel Honorio

    Olá pessoal.

    Não atirem pedras em mim MAS….
    achei esses novos textos da JK uma aula INTERMINÁVEL de história da magia. zZzZzZz. Embora saiba da importância deles 🙂

  • Gustavo Borella

    Olá, pessoal do Animagos, o podcast estava ótimo como sempre e agora aprendi o nome do Vinicius, hehe.
    Fiquei possesso com essa ideia de que não é mais ela que escreve esses textos do Pottermore e do mundo da magia, por que eu não consigo aceitar a ideia de outras pessoas escrevendo sobre esse mundo, é muito triste saber que ela já está cansada de escrever sobre esse mundo, afinal ela criou com tanto afinco. Enfim, só não queria que o mundo literário dela se tornasse igual ao mundo do Mágico de Oz, onde vários escritores escreveram livros após a morte do autor. Vocês disseram no podcast que ela não pesquisa mais para fazer os textos, talvez seja por que não é ela mais que escreva e sim o pessoal do Pottermore.

  • Gisele Oliveira

    Vcs torceram o nariz pra possibilidade de textos do universo HP não escritos por JK, mas ficaram reclamando da superficialidade e furos das novas histórias, tá vendo só hahaha…precisamos abrir a mente se quisermos q HP seja um universo cada mais rico para alimentar os fãs (como star wars, por exemplo). Agora q foi divulgado várias escolas de magia em outros países os fãs estão SEDENTOS de detalhes e como é q ela vai escrever uma história crível de uma escola no Brasil, uma escola no Canadá, uma escola no Japão, uma escola na Uganda…? Pra se escrever boas histórias é preciso um grande conhecimento que é
    resultado de um longo tempo dedicado a pesquisa, gente a JK Rowling é
    muito inteligente, mas não é onisciente. Na minha cabeça funciona assim; a mitologia do mundo bruxo criada para o Reino Unido só a Jk Rowling pode escrever a respeito, mas no que diz respeito aos outros países eu acho interessante deixar na mão de escritores com mais “propriedade”, se for um negócio direitinho e oficializado não vai ficar com cara de fanfic. Eu acredito que ou é isso, ou nós sempre teremos informações escassas e superficiais pq a Jk NÃO vai dar conta de tudo.
    Sobre os novos textos: legal reconhecer as piadinhas típicas da JK Rowling neles, nenhum deles me empolgou, mas acho q vão constituir um background legal pro filme de animais fantásticos.
    Agora um assunto “off topic”: que fim levou a galeria do antigo Scarpotter? Não dá pra voltar? Tinha MUITAS fotos do elenco, eu amava xeretar lá, sdds.

  • Deleon Fernandes

    Olá! Acompanho o site faz um tempinho, mas nunca tinha parado pra ouvir os podcasts e na primeira vez que ouvi fiquei “pq não ouvi antes?” Haha vcs são demais! E sobre a bruxa que ia pra fogueira por diversão, ficou meio vago mesmo com as novas informações sobre Salem. Mas acho que as bruxas mais fortes conseguiam se salvar, mas a maioria não sabia o feitiço para fugir das fogueiras e o resto eram no-maj’s confundidos. De qualquer forma, esse conflito só serve pra mostrar que talvez não seja mesmo a JK que esteja escrevendo tudo sozinha nessa fase do Pottermore.

  • Henrique Tavares

    Ah, sô ouvinte novo não, já tinha comentado aqui antes, até já tive comentário lido no podcast! 😛

    Minhas referências daquelas cidades perdidas? Videogame! As que citei no comentário são justamente da história de Uncharted 2 (Shambhala: https://fresh92.files.wordpress.com/2012/03/uc2-shambhala-2.jpg ) e Uncharted 3 (Iram of the Pillars https://thebacklogblog.files.wordpress.com/2015/10/uncharted_-the-nathan-drake-collectione284a2_20151104232707.png?w=636 ).

  • Henrique Tavares

    Gente, vamos concordar que esse contra-argumento aos nativos de “mas é bobeira, é apenas ficção, vamos relaxar” é coisa de se esperar de um bolsominion da vida e somos melhores que isso?

    Essas críticas da comunidade nativa americana são válidas do momento que são eles reclamando da representatividade deles, assim como é com qualquer minoria e que a comunidade HP vinha aceitando perfeitamente bem até agora. Considerando a relação extremamente sensitiva dos nativos com sua própria cultura que sempre foi ameaçada pelos colonizadores, estranho mesmo é a JK e a equipe de edição e marketing dela ter garoteado com uma coisa tão, tão básica. E também não é o primeiro sinal de falta de tato que a gente tem visto, afinal nós também criticamos ela nos dar o ~Castelobruxo~.

    Estes são sintomas da falta de preparo da JK em montar essa expansão do universo dela, que por si parece um sintoma de falta de vontade dela em trabalhar com isso, como vocês comentaram. Tudo parece mais uma grande encomenda da Warner do que um desejo criativo dela, o que fica visível em vários momentos, e por isso fico preocupado com o filme que está pra ser lançado, se se manter nesse nível. Não estou realmente comprando as coisas que tem sido mostradas da história, tanto da sinopse do filme quanto essas backstories.

    Apesar disso, me empolguei mais com aquele vídeo de divulgação com aquele tom sepia e o sobrevôo em Ilvermorny (parece uma construção deslocadamente bizantina) do que qualquer coisa até agora, até mesmo o teaser do filme. Curioso é que pouca gente comentou ou deu sequer atenção.

  • Nayara Sevciuc

    “Do que vamos falaaaa, do que vamos falaaaar!” HSAUHSUAHSUAHUSHAH
    – Um documentário de Quadribol seria tão perfeito *-* eu já to chorando e nem tem chance disso acontecer, mas é que Quadribol é muito amor.
    – Eu acho que vou esperar pra comprar a edição final de Cursed Child, mas vou procurar a primeira edição digital pra não pegar spoiler, porque a galera é sem limites.
    – Não acredito que essa exibição com a orquestra vai sair aqui no Brasil, sinceramente acho que ia flopar.
    – Irmã do Igor melhor pessoa no vídeo, hsuhaushuahs, eu dei muita risada com o comentário dela sobre a J.K. na foto.
    – Sobre o comentário da Gisele, quanto ao conteúdo criativo de HP, não vejo um grande problema em outras pessoas criarem conteúdo, mas desde que passe pelas mão dela depois, passe por uma revisão, como Star Wars, que tem infinitos escritores. O ruim é quando o que criam fica péssimo, sem pé nem cabeça, bem estranho, como as coisas que tem aparecido no Pottermore. Mas é como vocês disseram, eu não levaria tão a sério quanto algo escrito e assinado por ela. Acho que isso volta a questão do que é Cannon ou não.
    – Eu concordo com o Igor, No-Maj é trouxa. É a tradução. Assim como Rubber (Brit) = Eraser (EUA) = Borracha (BR)
    – Volto a dizer que esses textos estão muito vagos, falta pesquisa e isso apenas reforça a ideia de que não é ela que está escrevendo isso de fato. O que é muito triste, pois é um universo magnífico que fez e ainda faz parte da vida de muita gente e parece que estão cagando pra isso, acham que a gente não pesquisa as coisas, apenas engole o que eles mandam. To triste suahsuahsuah.
    – Em Enigma do Príncipe, se não me engano, eles falam do porque do feitiço falado, que assim como a varinha, canaliza e empodera o feitiço, feitiço mudo é difícil, o bruxo tem que se concentrar muito.
    – Vish, muita treta, vish!
    – O interessante desses textos que saíram, sobre a história da magia na América do Norte, é que da pra explorar bem nos filmes questões além das criaturas do Newt, o que daria uma história legal para a trilogia.