Criança Amaldiçoada J.K. Rowling

J.K. Rowling volta a falar sobre turnê de Cursed Child

Escrito por Thiago Vieira

Há alguns dias, no Twitter, J.K. Rowling – co-criadora da peça Harry Potter and the Cursed Child, que ainda está em fase de encenações prévias – voltou a falar sobre uma coisa que deixou muitos fãs brasileiros ansiosos: uma possível turnê.

Antes das primeiras apresentações do espetáculo, a autora lançou a campanha #KeepTheSecrets, que pede aos espectadores que “guardem os segredos”, ou seja, não revelem spoilers do roteiro a torto e a direito para não estragar a experiência de quem ainda irá assisti-la.

Nesse contexto, a usuária @tatianosophy tuitou para a autora, reclamando da iniciativa dela de coibir a disseminação de informação sobre a obra, com o argumento de que ela é restrita apenas aos londrinos e às pessoas com condição financeira para viajarem à Inglaterra, ao que Rowling respondeu:

Se houver demanda – lembre-se, a peça ainda está na fase de prévias! – ela irá durar por um longo tempo E sair em turnê – você vai ver!

Embora já fosse esperado que a encenação da peça não se restringiria a Londres (uma vez que ela já havia dito que ela iria até para outros países “no tempo devido“), é a segunda vez que Rowling se pronuncia a respeito, o que enche os fãs ainda mais de esperança. Como comprovamos com nossa sede por informações (que mereceu até mesmo um tuíte da autora, com a célebre frase “Não seja o Rabicho”), no Brasil há demanda. E muita!

Sobre o autor

Thiago Vieira

Formado em Direito e servidor público, tem esperança de fazer algum bem no mundo. É fã de "Harry Potter" desde os oito anos, quando pegou emprestado Pedra Filosofal de um primo que não deu muita bola pra história.

  • Gustavo Borella

    Acho que vai ter turnê só pra países de língua inglês, só acho…

  • James Solano

    Livro e + peça = igual cortes em festas raves etc , kkkk quem é fã é isso ai faz sacrifícios pela obra.

  • Tomy

    Lá vou eu pra São Paulo ou Rio, com meu inglês terrível assistir só pra chorar do começo ao fim.

    • Renato Delgado

      Se vier para o Brasil deve vir traduzida, Tomy! Nem te preocupas. 🙂

      • Kelvin Moreira

        Olá, Renato. Como funcionaria essa “tradução”? Os atores fariam meio que uma dublagem do áudio em PT? Não sei como funciona, mas acho que descaracterizaria… Seria interessante ser em EN mesmo… Não acha?

        • Renato Delgado

          Kelvin, mil desculpas pela demora para responder!

          Na verdade, se a peça vier aqui para o Brasil, ela deve vir com o roteiro traduzido e uma nova montagem (e aí, novos atores). Acho difícil vir para o Brasil ser apresentada em inglês (sem nenhuma forma de tradução), porque a língua oficial do país é o português e acredito que existem leis que proíbem isso.

          A outra possibilidade é, de fato, a dublagem do áudio, mas acho difícil, até porque os atores poderiam se recusar, já que muito da atuação vem do tom de voz, prosódia… Mesmo assim, tenho a impressão de que muitas peças estrangeiras venham para o Brasil assim (principalmente infantis).

          Sei que existem legendas para deficientes auditivos em algumas peças, mas não sei como funcionam, então não posso te falar. Mas pode ser uma possibilidade, também.

          Na minha opinião, o mais provável é a venda dos direitos da peça por parte da Jo, do Jack Thorne, etc, a algum grupo teatral para que ela seja montada aqui mesmo. 🙂

          • Tomy

            Obrigado pela resposta Renato, mas não sei se fico feliz ou triste com isso, nunca tive problemas em assistir dublado ou legendado, mas numa peça parece estranho, quanto a venda dos direitos da peça, esse eu sinceramente não gostei, aquele elenco foi escolhido por uma razão e eu gostaria muito de ter a oportunidade de vê-los em cena.
            O que você acha da peça ser filmada e disponibilizada e dvd, tipo um Sai de Baixo?

          • Kelvin Moreira

            Imagina, Renato. Obrigado pela resposta! Realmente parece que existem várias possibilidades então. Eu só imaginei a da dublagem porque fui poucas vezes ao teatro (shame on me, sim, haha) e foi a única coisa que consegui imaginar… Essa ideia de vender os direitos também não me convence muito não. Até porque todo mundo tem falado muitíssimo bem do elenco E dos efeitos visuais, e fica a insegurança de que se deixarem a cargo de uma companhia brasileira fazer esses mesmos efeitos talvez tenha algum prejuízo aí. Enfim, não sei. Tudo muito incerto ainda, haha. Mas vamos acompanhando. 🙂