Estação 9 3/4 Podcasts

Estação 9¾ #25 – Traduções

Duas bordas roxas horizontais que lembram um céu estrelado. Na borda superior, vemos o logo do podcast. Na inferior, lê-se “#25 – Traduções”. Entre elas, uma montagem com diversas capas internacionais de livros de Harry Potter, entre elas, a Câmara Secreta de Portugal, a de Enigma do Príncipe italiana, etc.
Escrito por Sidney Andrade

No ar A PRIMEIRA transmissão da Estação 9¾, o podcast colaborativo do site Animagos e do coletivo É Pau, É Pedra só para conversar sobre o mundo bruxo de J.K. Rowling.

Neste episódio, Sidney Andrade, Guilherme de Biasi, Junior Codi, Leticia Dáquer, Pablo de Assis, Igor Moretto e Renato Delgado conversam sobre as traduções no universo de J.K. Rowling, e os erros e acertos da tradutora Lia Wyler.

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Identidade visual: Evelin Camille e Igor Moretto
Capa do episódio: Pablo de Assis
Edição de áudio: Guilherme de Biasi
Pauta: Junior Codi

Sobre o autor

Sidney Andrade

Sidney é formado em Jornalismo, mas tem vergonha disso por causa de Rita Skeeter. Fez mestrado em Literatura porque acha que algumas ficções são mais verdadeiras do que os jornais. Host do podcast Estação 9¾, seu pretexto pra ser monotemático sem ser chato.

  • Gisele Oliveira

    Olá, povo do estação 9 3/4, sejam bem vindos, vocês são ótimos, fizeram um podcast de 3h parecer de 1h.

    Sobre aborto, ou melhor, a tradução de squib para aborto, eu concordo que foi esdrúxula, parece que da lista de opções de tradução ela escolheu a última, mas será que a intenção da Lia Wyler não era puramente chocar? tendo em vista a forma como esses trouxas de famílias bruxas ou bruxos não mágicos (não sei como chamá-los) eram tratados…aborto era, naquela época, visto pela sociedade como algo lamentável e abominável, e, embora todo mundo soubesse de sua existência, as pessoa preferiam nem tocar no assunto. Também é comum ser usado como uma ofensa entre irmãos (“cara de aborto”, “aborto mal feito”…), como se simbolizasse um nascimento que não deu certo…sei lá, eu vejo uma correlação.

    No tempo em que li Harry Potter (2005-2007), eu nunca soube o que significava a palavra “maroto”, tive que procurar no dicionário pq não via nem ouvia ninguém falar isso em lugar nenhum, me parece mesmo uma expressão da década de 20. Mas de uns anos pra cá ela voltou ao vocabulário das pessoas mesmo (seria por causa da série?).

    No mais, admiro e aprovo a coragem e a criatividade da Lia Wyler ao traduzir as “patentes” da JK Rowling, só não precisava ter traduzido os nomes próprios nhé. Mas gostaria que tivesse hoje em dia uma versão com nota do tradutor, pra gente saber os termos originais.
    E me torno totalmente condescendente à “indisposição” da Lia com a série quando lembro dos prazos, das condições e da pressão que ela sofria pra traduzir a saga e, depois de tudo isso, ainda receber o hate dos nerds. Ninguém merece.

    (estou postando isso no dia da apuração do 1º turno das eleições e estou devastada. quando será que a humanidade terá tecnologia pra colonizar teu cu?)

  • Gustavo Borella

    Oi, gente!
    Adorei a ideia do podcast colaborativo.
    Sobre a questão das traduções, confesso que não tenho um grande problema com isso, mas acho que as questões que vocês abordaram no episódio são válidas.
    É bem difícil traduzir algo que milhões de pessoas irão ler e manter o sentido original.

  • Tatielma

    Boa sorte na casa nova gente!!!! Vou colar aqui as considerações que comentei no grupo:
    Não sou do time Sasha, inclusive vou deixar umas curiosidades que tenho… Sobre o aportuguesamento dos nomes e termos, alguns acho bem necessários para identificação do público alvo. Por exemplo Remo, que eu conhecia da lenda romana talvez ficasse truncado se o personagem tivesse aparecido pra mim como Remus.

    Já perdi a fé da Rocco fazer uma revisão decente pra esses livros, li umas edições mais recentes e vou deixar minhas impressões:

    • Na canção do chapéu no cálice de fogo, este se refere a Ravenclaw e Hufflepuff como homens, que raiva!!!!
    Sério que nunca vão fazer uma revisão que conserte um erro tão grotesco?! Olhe que em Câmara Secreta já é mencionado que elas se chamam Rowena e Helga

    •Consertaram Katie Bell, que nas primeiras edições virava Cátia a partir do 5º livro

    •O medalhão continua como camafeu em ODF.

    •Uma particularidade bem fútil das últimas edições de capa dura: Merlin aparece como Merlim.

    •Não lembro de ler em outro lugar a expressão “ter o coração no lugar”… (Lia ou JK?)

    •Dormir a sono solto” é outra expressão muito presente na saga!

    •Apelidos carinhosos:
    Mione: invenção da Lia que começou a me irritar muito depois de velha. Em Câmara Secreta dá muito abuso esse apelido, ela assina como mione, até o xarope do Ernie Macmillan se refere a ela como Mione Granger… Eu fico pensando em que momento Hermione deu tanta intimidade a esse sujeitinho!!!
    Rúbeo também é engraçado. O trio chama ele assim em pedra filosofal, depois, como se perdessem a proximidade passam a chamar de Hagrid.
    Quim Shacklebolt é uma invenção que a Lia desistiu posteriormente?

    Sobre Almofadinhas eu sempre pensei em menino mimado, engomadinho, personagem de Walcyr Carrasco. Li aos 13, posteriormente lendo o Ordem achei que ornou.
    Aluado: eu ria muito, pois quase na mesma época Taís Araújo interpretou uma das quengas de Rosa Palmeirão que se chamava Selminha Aluada.

    Existe o verbo aparatar em português, de vestir-se com aparato. Procurei no dicionário quando vi a primeira vez no livro.

    Li no mundo mágico de HP que Mormsmordre significa morda um pedaço da morte, o que corrobora a filosofia e o nome dos comensais da morte.

    Arre égua Calixto!!!

    O fandom realmente pode ser beeem chato mesmo, lembro que li uma entrevista dela e nos comentários os fãs tavam praticamente rasgando o Uranus com a unha por conta da escolha de moliyuoli numa passagem de Enigma do Príncipe.

    Desculpa o textão, mas aguardei muito esse episódio!!!

    É pedir muito ter episódio do Estação uma semana e Animagos na seguinte????

    • Sidney Andrade

      Amo! <3