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Estação 9¾ #30 – Política

Bordas roxas com textura de céu estrelado. Nelas, vemos o logo do podcast e o texto “#30 – Política”. Entre elas, uma foto do Ministério da Magia do filme. Ele tem paredes com tijolos pretos e é imenso. No átrio, muitas pessoas andam, em volta de algumas estátuas gigantes douradas.
Escrito por Sidney Andrade

No ar, mais uma transmissão da Estação 9¾, o podcast colaborativo do site Animagos e do coletivo É Pau, É Pedra só para conversar sobre o mundo bruxo de J.K. Rowling.

Neste episódio, Leticia Dáquer, Pablo de Assis, Sidney Andrade, Rafaela Argento e Jovi Krieger receberam Sabrina Fernandes, do canal Tese Onze, para conversar sobre o modo como a política está presente na obra de Rowling e de que maneira uma narrativa de fantasia consegue fazer crítica política e, ainda assim, ser divertida.

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Identidade visual: Evelin Camille e Igor Moretto
Capa do episódio: Pablo de Assis
Edição de áudio: Alice Santos
Pauta: Pablo de Assis e Sidney Andrade

Sobre o autor

Sidney Andrade

Sidney é formado em Jornalismo, mas tem vergonha disso por causa de Rita Skeeter. Fez mestrado em Literatura porque acha que algumas ficções são mais verdadeiras do que os jornais. Host do podcast Estação 9¾, seu pretexto pra ser monotemático sem ser chato.

  • Pri

    Oi, nada a ver com o episódio, porque não consegui ouvir ainda. Não estou encontrando vocês no google podcast. Se vou pelo link aqui da página dá erro e na busca do app não aparece este podcast. Vocês sabem dizer o que está errado e o que eu posso fazer pra dar certo?

    • Sidney Andrade

      Oi. Lamentamos pelo inconveniente. Você pode tentar assinar manualmente. Copiando o link do feed e colando no campo de assinar para isso no app. Se não funcionar, cremos que seja algum bug do Google e vamos procurar resolver.

  • Gisele Oliveira

    Bom, comecei a ler HP no que chamam de pré adolescência (10-11 anos de idade) e acho que tem críticas políticas/sociais que são bem descaradas, mesmo pra essa idade, tipo a rejeição aos nascidos trouxas por serem diferentes (e serem considerados menos por isso), a escravidão dos elfos domésticos e a segregação classista sofrida pelos Weasley. Já outras coisas vc até entende, porque algum personagem, geralmente o Dumbledore vai dizer na tua cara, mas vc só vai absorver completamente quando “sentir na pele” (rs) ou conforme for avançando na educação escolar, estudando história e conhecendo alguns conceitos, tipo as conspirações por traz da mídia, a desumanidade de se manter uma prisão cujo guardas são dementadores e o próprio fascismo. E tem coisa que eu aprendi ontem com vcs, tipo a relação entre os abortos no mundo bruxo com o capacitismo no nosso mundo,que faz todo sentido.
    Mas voltando ao fascismo, um personagem que me remete a esse sistema é o Barto Crouch, mesmo que estivesse do “lado certo”, durante a primeira guerra bruxa ele era chefe do departamento de execução das leis da magia e “governava” com mãos de ferro, ele era uma versão mais autoritária, controladora e maníaca do Rufos Scrimgeour. Desesperado pra mostrar serviço na luta contra voldemort e seus seguidores, ou só com uma sede de sangue mesmo, ele liberou o “atire antes, pergunte depois” aos aurores, também dava sentenças sem julgamento (foi ele quem mandou Sirius pra Azkaban). Enfim, era do tipo de que achava que matar uns 30 mil resolvia e,se fosse alguns inocentes, tudo bem. Como a JK já trabalhou na Anistia Internacional, creio que ela pegou inspiração de vivências la pra escrever esse personagem. E se vcs repararem, a cena na penseira que mostra o julgamento do filho dele é toda escrita pra mostrar o quanto ele é um pai disfuncional, inclusive, sugerindo que o Crouch Jr poderia ser inocente.
    Harry Potter transforma muita gente pra melhor, sim. Esses dissidentes reaças são minoria. Leiam HP pras crianças!

    PS: O Tese Onze foi minha melhor descoberta no YT nesse ano, e foi uma grata surpresa saber que a Sabrina é potterhead ( e também whovian <3). Os homis do whocares poderiam chamá-la pra gravar sobre doctor who, mas os intrépidos estão no hiato há 4 anos rs

    (ai sempre me identifico com a reação do Sidney quando algum convidado se declara da sonserina hahaha… eu também tenho o famigerado ~preconceito~ com a casa, mas culpo a Jk porque, durante os 7 livros, só fez enfatizar que a casa é maligna e por não ter escrito nenhum sonserino que preste. Sendo assim, os fãs integrantes da casa podem defender como quiserem, mas minha primeira impressão vai ser sempre negativa)

    • Sidney Andrade

      que comentário maravilhosoooooooo! <3

  • edipobarreto

    Que episodiozão da porra!

    Mesmo eu, que me considero num nível “avançado” em traçar paralelos entre política e Harry Potter, consegui ser surpreendido em questões que não havia pensado. Um exemplo é a possibilidade levantada de haver quê protecionista na ideologia do Salazar (o que não o faz menos errado no rolê, claro).

    E o legal é que, mesmo com um episódio tão rico, ainda é possível falar de muitas outras coisas dentro do tema. Pensando rápido, só em associações mais diretas: dá pra falar de toda a burocracia e complexidade da organização ministerial; com o leque aberto por ‘Animais Fantásticos’, dá pra abordar relações internacionais e até o modus operandi do MACUSA vs. fundamentalismo religioso dos Second Salemers. E por aí vai…!

    • Sidney Andrade

      fico feliz que gostou, migo! <3