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Estação 9¾ #36 – Clichê ou Trope?

recriando a cena clássica de star wars (LUKE, I AM YOUR FATHER), do lado esquerdo se encontra o jovem Tom Riddle, as vestes balançando ao vento e a mão esquerda estendida para a frente, no rosto um olhar de maligno. Do lado direito, agarrado a uma coluna, está Harry, ele grita em desespero e olha para cima, onde a frase - I AM LORD VOLDEMORT - flutua ameaçadoramente em chamas laranjas. O cenário de fundo é o mesmo da cena de Star Wars, o interior obscuro de uma nave.
Escrito por Sidney Andrade

No ar, mais uma transmissão da Estação 9¾, o podcast colaborativo do site Animagos só para conversar sobre o mundo bruxo de J.K. Rowling.

Neste episódio, Junior Codi, Bruno Ruiz, Pablo de Assis, Bárbara Rosa, Sidney Andrade e Leonardo Oliveira (lá do Seriadores Anônimos) convidaram a escritora Larissa Siriani, do Quarta Parede Podcast, para conversar sobre os recursos narrativos comuns na construção de ficção e onde encontrá-los na obra de J.K. Rowling.

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Identidade visual: Evelin Camille e Igor Moretto
Ilustração da capa: Daniel Honório
Edição de áudio: Guilherme de Biasi
Pauta: Junior Codi

Sobre o autor

Sidney Andrade

Sidney é formado em Jornalismo, mas tem vergonha disso por causa de Rita Skeeter. Fez mestrado em Literatura porque acha que algumas ficções são mais verdadeiras do que os jornais. Host do podcast Estação 9¾, seu pretexto pra ser monotemático sem ser chato.

  • Gisele Oliveira

    Que tema maravilhoso!

    E me ajudou a esclarecer uma questão: lá nos primeiros episódios do estação (quando ainda era é pau é pedra filosofal) sobre cada livro da saga, o Sid muitas vezes apresentava o elemento que resolve a trama como sendo um deus ex machina e eu simplesmente não conseguia concordar, pois tal elemento já havia sido inserido antes na trama (logo, não foi tirado do cu rs). Então tratava-se de uma “arma de tchekhov”. Sendo HP uma literatura de mistério bruxo, esse elemento tá presente em cada um dos livros, inclusive as pistas falsas. Agora, se foi bem ou mal utilizada, como disse o Sid, apenas pra justificar um deus ex machina, eu sinceramente não sou capaz de discernir haha…acho que sou facilmente “enganada” por esses truques de roteiro, principalmente, em histórias de fantasia e ficção científica, que exigem uma suspensão voluntária de descrença.

    Já tinha ouvido falar da jornada do herói de Campbell, sempre exemplificando com obras como star wars e john carter, desde aí eu fiquei igual ao Pablo, comecei a enxergar jornada do herói em tudo quanto é filme e ficar bastante entediada com isso haha…aliás, seria um serviço de utilidade pública de vcs tivessem recomendado obras (livros, filmes, séries) que fugissem desse lugar comum.

    PS: a piada da chuva dourada do frank veio num timing perfeito hein.