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Estação 9¾ #51 – Varinhas

Descrição da Capa: Mesa de madeira velha vista de cima. Ao centro, em destaque, mão segurando uma varinha. Ao redor, há instrumentos de carpintaria, serragem e pedaços de madeira, um punhado de pelos prateados, uma pena amarela e vermelha levemente brilhante e um pote com vísceras secas. Há também um livro com ilustrações antigas de dragão, unicórnio e fênix. Na parte superior, temos o logo do podcast, o número do episódio, 51, e o título “Varinhas”.
Escrito por Fernanda Cortez

No ar, mais uma transmissão da Estação 9¾, o podcast colaborativo do site Animagos só para conversar sobre o mundo bruxo de J.K. Rowling.

Neste episódio, Igor Moretto, Pablo de Assis, Sidney Andrade, Petrus e Carol Lima vieram para dar um ponto final, um chega, basta, muda Brasil nessa história da Varinha das Varinhas, mas não antes de discutirmos sobre todo o mundo de conceitos que envolve a ferramenta bruxa mais importante da obra de J.K. Rowling.

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Identidade visual: Evelin Camille e Édipo Barreto
Arte da capa: Édipo Barreto
Edição de áudio: Guilherme de Biasi
Pauta: Sidney Andrade

Sobre o autor

Fernanda Cortez

Fernanda é fã de Harry Potter, Sonserina com muito orgulho, e analista financeira nas horas vagas.

  • Gisele Oliveira

    Adoro essas introduções com contexto histórico do Estação, mesmo que levem metade do programa! S2

    Para mim, o Pablo ganhou mesmo o debate ao mostrar conceitualmente que esse lance da lealdade das varinhas é o deus ex machina da saga. Conhecemos o modo Jk de escrever e, se ela tivesse pensado nisso desde o início, teria colocado referências ao longo do livros, o clube de duelos do livro 2 seria a oportunidade ideal, acho perfeitamente plausível o que o Igor teorizou de as varinhas serem capazes de reconhecer e reagir diferente a um duelo de brincadeira/treinamento e a um duelo de vida ou morte, mas por que nenhum dos professores presentes mencionou isso? numa simples linha de diálogo, numa piada que seja…lembrem que ela fez questão de descrever numa frase que o Dumbledore demonstrou um brilho de euforia no olhar quando Harry diz que Voldemort usou o sangue dele no livro 4.
    Além do mais, acho muito forçado essa imagem que o último livro passou de que os bruxos não sabem propriamente ou não se importam com a lealdade das varinhas, de forma que ficam herdando as de parentes, mesmo prejudicando seriamente a magia de seu portador, sendo que podem simplesmente comprar uma, e sendo que o Olivaras vive repetindo que é a varinha que escolhe o bruxo…
    Que eles não saibam ou não acreditem na existência das relíquias da morte, que é uma história bruxa antiguíssima, contada como conto de fadas, ok; que não conheçam o mecanismo primordial de funcionamento do principal instrumento mágico que eles usam, aí já é demais.

    Por outro lado, adorei esse conceito e, mesmo acreditando que é um deus ex machina, fico apenas com o lado positivo dele, que é ficar grata por ela ter pensado e desenvolvido isso (ainda que no último livro), esperar que o conceito não seja abandonado no futuro e ignorar os furos do passado. Como resumiu o Sidney: um cristal lapidado de última hora. XD

    PS: Fiz uns três testes do pottermore com uns 3 anos entre eles, em média, e todos deram varinhas e casas diferentes, só não deram a casa que eu queria estar, então desisti. Minha última varinha foi de acácia com fibra de coração de dragão, 32cm e muito flexível, a qual não me dei o trabalho de pesquisar o significado, mas imagino que seja algo trevoso emo gótico só porque eu caí na sonserina.