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Estação 9¾ #53 – Hogwarts, uma História

Ao fundo, cadeia montanhosa e vale com lago ao nascer do sol. Ao lado direito, vemos o castelo de Hogwarts ainda em construção, com menos torres e algumas estruturas de madeira. Em destaque, os quatros fundadores com aparência de jovens adultos. Da esquerda para direita: Salazar Slytherin com vestes finas verdes e cabelos e barba louro platinado curtos, uma cobra negra envolve seu pescoço, no qual também vemos o seu medalhão. O personagem segura varinha que emite luz verde. Em seguida, Helga Hufflepuff com vestido simples marrom e amarelo, segurando cálice dourado numa mão e varinha emitindo luz amarela na outra. Godric Gryffindor, com vestes de couro, armadura e manto de pele, segurando sua espada numa mão e a varinha, emitindo luz vermelha, na outra. Por fim, Rowena Ravenclaw, trajando vestido azul escuro fino, com coroa na cabeça e segurando varinha com luz azul. Na parte superior, temos o logo do podcast, o número do episódio, 53, e o título “Hogwarts, Uma História”.
Escrito por Fernanda Cortez

No ar, mais uma transmissão da Estação 9¾, o podcast colaborativo do site Animagos só para conversar sobre o mundo bruxo de J.K. Rowling.

Neste episódio, Sidney Andrade, Pablo de Assis, Lorena Ferrari, Édipo Barreto, Guilherme de Biasi e Carol Lima vieram pra esfregar na cara da sociedade que não foi apenas a Hermione quem leu HOGWARTS, UMA HISTÓRIA. Falamos tudo sobre desde a fundação do castelo até os dias atuais.

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Identidade visual: Evelin Camille e Édipo Barreto
Arte da capa: Édipo Barreto
Edição de áudio: Guilherme de Biasi
Pauta: Sidney Andrade

Sobre o autor

Fernanda Cortez

Fernanda é fã de Harry Potter, Sonserina com muito orgulho, e analista financeira nas horas vagas.

  • Gisele Oliveira

    Quer dizer que até o nome “Salazar” de Salazar Slytherin é uma referência a um ditador português? É incrível como a Rowling não fez o menor esforço pra tornar essa casa gostável. Não fosse pela existência de pessoas REAIS muito legais que se declaram sonserinos, essa casa estaria totalmente cancelada pra mim, porque na saga Harry Potter não tá dando pra defendê-la. Merlin ser da sonserina (como muitos sonserinos costumam evocar pra se defender) nem nos livros está, foi algo que ela falou extra série e nada me tira da cabeça que foi um remendo depois de receber as devidas críticas. Fico chateada e vou reclamar sempre porque gostaria que a Casa tivesse mais tridimensionalidade, mas parece que nessa parte ela preferiu a dicotomia bem/mal das obras infantis.
    E quando me falam que Horácio Slughorn foi exemplo de um sonserino bom, eu percebo que o parâmetro está no chão.

    Se tá disponível a região de origem da Helga Hufflepuff, que é o País de Gales, por que não tem as dos demais, poxa? Fiquei curiosa.
    Apesar de não ser escocesa de nascimento, a JK adora a Escócia, não é? É onde ela mora atualmente e há várias referências ao país em HP. O povo de lá parece ser muito altivo e dissidente do resto do reino, eles têm um sotaque “forte” que é alvo de piadas e belíssimas paisagens naturais, ou seja, é o nordeste do Reino Unido XD

    Mais um programa gostoso de ouvir. Às vezes é difícil botar outros podcasts em dia porque quando sai um estação ele já vai pro top 1 prioridades hahaha…Boa noite!

  • Flavia

    Oi gente, como vocês estão?

    Primeiramente, gostaria de falar que a história da fundação de Hogwarts me deixa super curiosa e com toda certeza do mundo, se dona JK resolvesse publicar um livro sobre, eu compraria sem discutir.

    Agora queria discorrer um pouco sobre o cálice de fogo e a relação dele com o direito contratual. De plano, adianto que não sou especialista em contratos, muito menos em direito inglês, então perdoem as eventuais groselhas que eu falar, pois é um assunto que vai ser difícil esgotar em um comentário e renderia até um artigo jurídico ou um episódio de podcast hahaha.

    Conceitualmente,um contrato é um negócio jurídico por excelência, pois, em regra, envolve um acordo bilateral de vontades. Na teoria geral dos contratos, estudamos um princípio contratual que vem do direito romano que se dá o nome de “pacta sunt servanda”, em outras palavras, os contratos DEVEM ser cumpridos.

    De acordo com o princípio da pacta sunt servanda ou a força obrigatória dos contratos, temos toda a liberdade para delimitar as cláusulas a serem pactuadas, mas, ao ser acordado, o presente contrato se torna lei entre elas e deve ser cumprido. Isso se deve por conta da autonomia da vontade do individuo de querer entrar naquele contrato ou não, pois ao assinar o objeto, essa liberdade é reduzida.

    Quando falamos que o Calice de Fogo é objeto contratual magico e não pode ser quebrado, isso se deve por causa desse principio. Obviamente que o direito inglês deve ter outras abordagens sobre obrigatoriedade dos contratos e não sei se esse principio sofre algum tipo de mitigação por lá, como já sofre por aqui.

    Podemos questionar, no entanto, se houve validade da escolha do cálice de fogo, uma vez que todo ato contratual deve ser acompanhado de elementos de validade. Aqui no Brasil, um ato jurídico deve obedecer às etapas do que chamamos de “escada ponteana” elaborada pelo jurista Pontes de Miranda. A primeira etapa básica é que, para constituirmos um ato e, por conseguinte, termos um negócio jurídico, deve-se haver os agentes um objeto a ser pactuado e uma forma com que esse ato será registrado.

    O que importa para a discussão aqui é o segundo degrau da escada ponteada: o ato somente será valido se forem os agentes capazes, livres de qualquer vicio de consentimento, o objeto seja licito, possível, determinado ou determinável e que a forma seja adequada. Apesar de não ter sido o Harry que colocou o nome no cálice, isso no direito contratual não é de todo o problema, pois mesmo agentes incapazes ou parcialmente capazes podem celebrar contratos, desde que representados ou assistidos.

    Contudo, ainda assim não podemos negar que houve um vicio com relação a elaboração do contrato havendo má fé e, neste caso, poderia o Harry ser excluído de plano do torneio. No entanto, como já adiantei, como se trata de uma obra de ficção proveniente da Inglaterra que possui tradição jurídica diferente da nossa, pode ser que eles encarem esse princípio do pacta sunt servanda de maneira mais rigorosa do que a aplicada aqui.

    Enfim, espero ter ajudado em algo e… malfeito, feito.

    <3