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Podcast Animagos #17 – É tudo sobre os Animais Fantásticos

Escrito por Igor Moretto

Já faz algum tempo que Animais Fantásticos e Onde Habitam foi lançado no cinema, e já deu tempo de digerir e explorar as novas informações que o filme nos apresentou, então voltamos pra mais um episódio do podcast. Vem escutar nossa opinião e deixe a sua nos comentários!

Nesse episódio, seus anfitriões obscuriais Igor Moretto (@igorzets)Vinicius Ebenau (@vinnyebenau) e Renato Delgado (@nato_delgado) conversam com Jurandir Pacheco (@JurandirPacheco) e Nayara Sevciuc (@GingerPygmyPuff) do Clube do Livro Letters sobre um filminho que saiu nos cinemas recentemente. Lembrando que o episódio está repleto de spoilers!

Você pode ouvir o episódio no player acima ou fazer o download do .mp3 aqui (botão direito, salvar link como…/salvar link). O episódio também está disponível no iTunes, então você poderá assinar o feed no seu computador ou ouvir os episódios no seu iPhone, iPod ou iPad no aplicativo Podcasts. Você pode também adicionar o podcast ao seu agregador RSS ou player de podcast preferido através deste link.

ATENÇÃO: Aos ouvintes que enviaram o áudio com sua opinião sobre o filme, calma! A gente vai fazer um episódio em breve com eles, e mais um monte de coisa que deixamos passar nessas duas horas de discussão. Ainda tem muito o que falar! Se você ainda não mandou o seu áudio, prorrogamos o prazo: agora você pode enviar sua opinião sobre o filme até o dia 10 de dezembro, para podcast@animagos.com.br. Nos conte seu animal e personagem favoritos também!

Deixe seu comentário abaixo pra gente ler na próxima edição! E siga a gente nas redes sociais pra saber quando formos gravar o podcast! No Twitter, @siteanimagos; no Facebook, /siteanimagos, e no YouTube, +animagosbrasil.

Sobre o autor

Igor Moretto

Igor já trabalhou como tradutor de conteúdo em diversos sites. Hoje, formado em Produção Audiovisual, procura alimentar o Animagos com novidades e é responsável pelo podcast mensal.

  • Henrique Tavares

    3 meses sem podcast já 🙁

  • Bizarro

    Achei o filme fantástico, fui esperando um filme medíocre (como quase todos de Harry Potter) e fui surpreendido. E esse filme foi essencial ter saído esse ano, tirou o gosto horrível que Cursed Child (jamais te perdoarei por ter autorizado isso JK) deixou.

  • Gustavo Borella

    Oi, gente!
    O podcast estava ótimo como sempre, vocês foram bem críticos em relação ao filme. Acho legal vocês verem as coisas desse modo. Mas não sei gente, acho que não consigo ser muito crítico com os filmes do mundo bruxo. Fiquei muito chateado com a Picquery, tava achando que ela seria mais fodona…
    Fiquei bem surpreso com a aparição do Grindelwald. Tava torcendo para ele não aparecer e mudarem o ator, como vocês tinham falado no podcast passado, mas agora teremos que lidar com o Jonny Depp.
    Achei o Pelúcio muito neurótico, ia ser cansativo demais cuidar dele. Prefiro o Thunderbird.
    Acho que é isso, até a Próxima! Beijinhos!

  • @AvadaKedavra_BR

    Aqui na minha cidade o lugar para comprar pipoca estava muito cheio. Assim fez muita gente se atrasar e o cinemark decidiu voltar o filme do começo.

  • Paloma Delgado

    Ai gente, na boa, vocês só reclamam.

  • Lucas Diego

    Mais um excelente programa visto!!

  • Gisele Oliveira

    O que aconteceu com o Jurandir nesse cast hein? Tava tipo o tiozão da ceia em família: só fazendo comentário inconveniente e piadas vergonha alheia kkk…

  • OMFG, não creio que existe um podcast para o conteúdo do mundo mágico <3

  • Brunna Lina

    Conheci esse site há pouco tempo, mas já fiquei encantada pelos ótimos conteúdos e podcasts interessantíssimos. Além disso, aqui discute-se a obra de J.K. Rowling com criticidade e afeto.
    Para mim, Animais Fantásticos e Onde Habitam é um bom filme; adorei os personagens do quarteto, adorei o vilão Graves, e achei lindo o fofíssimo Pickett. Todavia, creio que faltou um pouco mais de profundidade e seriedade. Foi nos dito, por exemplo, que as leis mágicas americanas eram mais severas, entretanto, nada disso apareceu no filme, pois Newt descumpre muitas regras de sigilo importantes (ele petrificou um bancário), carrega animais clandestinamente, e não é nem um pouco penalizado por isso. Ademais, no final do filme tudo é facilmente resolvido; não há nenhuma consequência do que aconteceu, e por isso deu uma sensação de “sessão da tarde” para o filme, mesmo com a prisão de Grindelwald. Entendo que é o primeiro filme de uma pentalogia, seu caráter introdutório é justificável, mas esperei um pouco mais de verossimilhança com o nosso mundo.
    Com isso, gostaria de parabenizar e agradecer a todos os responsáveis pelo site, e desejo que o Animagos tenha ainda mais sucesso e crescimento!
    😉

  • Gisele Oliveira

    (ainda não ouvi o podcast)

    Gente, eu quis tanto participar da brincadeira mandando um áudio, mas sou tão tímida que sempre errava, ou gaguejava, ou esquecia de falar as coisas na gravação. Mesmo estando sozinha, eu sabia que esse áudio ia à público e me dava nervoso haha…então deixem eu participar da brincadeira por escrito;

    ANIMAL FAVORITO:
    Acho que podemos destacar 4 animais que realmente tiveram função no filme, isto é, fizeram a roteiro andar: o pelúcio, tronquilho, rapinomônio (o maior pokemon que você respeita) e pássaro trovão. Dentre eles, o meu favorito sem dúvida foi o tronquilho Pickett! É comovente a relação de dependência e fidelidade que ele tem com o Newt.Tem duas cenas em que eles tentam se separar em que eu quase chorei, os dois discutindo a relação depois também foi ótimo. Se o Pickett existisse no nosso mundo, provavelmente seria um cachorro.

    PERSONAGEM FAVORITO:
    O Newt Scamander. Queimei minha língua com ele, achei que ele seria um paspalho, fui otária. Ele me surpreendeu positivamente ao se mostrar um personagem muito inteligente (ele saca o Graves numa única linha de diálogo, ou melhor, nas entrelinhas dela) e independente. A impressão que dá é que ele tem um senso de ética próprio, não hesitando em afugentar as pessoas com feitiços, sair aparatando na cara de pau, lanças suas próprias criaturas contra as pessoas ou obliviá-las. Acho que se diferencia bastante do herói convencional/romântico por isso. Outra coisa que o diferencia é o fato dele parecer tão deslocado e desconfortável, com Redmayne carregando nos seus trejeitos (até lembrando o Hawking), porém, é interessante notar que esse desconforto acontece sempre quando ele tá no meio das pessoas, na cena em que ele tá com seus animais dentro da maleta, ele perde metade desses maneirismos. Eu terminei o filme com um gostinho de quero mais a respeito desse personagem, o Newt, assim como sua maleta, parece superficial e desinteressante por fora, mas por trás daquela introspecção há um pessoa com muita coisa à oferecer.

    IMPRESSÃO GERAL DO FILME:
    Bem, sendo curta e grossa, adorei o filme! Especialmente, os personagens (exceto, talvez,queenie,que achei subaproveitada), toda a ambientação e trilha sonora e o roteiro mais episódico, fugindo, pelo menos por enquanto, daquele discurso de história épica e grandiosa que HP carregava. Chega de história pica, histórias mais curtas e despretensiosas também são boas. Basicamente, só duas coisas me incomodaram, os vilões. Detestei, achei tosca e preguiçosa aquela manifestação “corpórea” do obscurus, uma fumaça preta ensandecida, sério mesmo? A outra coisa é a caracterização do Grindelwald de Johnny Depp, parece os vampiros de crepúsculo com bigode. E pensar que o Colin Farrell tava indo tão bem como Graves…

  • Henrique Tavares

    Melhor podcast, sempre um reduto de senso crítico nesse fandom de HP – e o lugar pra dar as melhores risadas.

    Sobre o filme, eu estava esperando achar muito, muito ruim, mas gostei. Saí do filme satisfeito, é uma boa aventura. Só que… parece que quanto mais penso nele, mais ele se desmancha. Fico percebendo como algumas coisas simplesmente não fazem sentido. O roteiro, por exemplo, tem algumas coisas bem estranhas, vocês falaram algumas delas. E até agora não entendo como os bruxos americanos não tem uma alfândega própria, é muito fácil ser um bruxo terrorista nesse mundo. O Newt quase destroi a cidade SEM QUERER, imagina se tivesse ativamente tentando. Isso faz até o Grindelwald não parecer grande coisa por ter enganado a Macusa.

    Acho uma pena, a JK sabia fazer tramas maravilhosas, e parece que ela desaprendeu. Aquele plot twist do Grindelwald é tão patético perto do que ela fazia nos quatro primeiros livros. Eu vejo bastante “ah, mas é o roteiro de estreia dela”, só que, gente, a Pedra Filosofal também era o livro de estreia dela e é, tipo, mil vezes mais competente que Animais Fantásticos, em todos os sentidos.

    • tiagomelojuca

      Ainda não ouvi o Podcast, mas eu achei o filme realmente excelente. Ao contrário de você, eu acho que AFEOH traz de volta tudo que a série clássica nos apresentou, motivo pelo qual nos cativamos. Furos, é claro que existem. A própria série clássica tem. Porém, quando você pensa nos Obscuriais como um tipo particular de magia oriunda de um sentimento negativo (repressão) e pensa, vê que se trata justamente daquelas magias difíceis de compreender na saga clássica (como a magia protetiva que vem do amor da Lílian, ou a magia da fragmentação de alma que vem do assassinato). Nesse sentido, vemos que a nova forma de magia apresentada a nós segue a mesma linha das que já haviam sido apresentadas, difíceis de serem controladas e que possuem um potencial imenso por virem dos sentimentos do bruxo.

      Sobre o plot twist do Grindelwald, não achei ruim, apenas não foi surpreendente. Porém dizer que é patético é exagero (a não ser que você também ache Cálice de Fogo igualmente patético, pois usou do mesmo recurso). Claro que, como já foi usado antes, não surpreende mais. Mas devemos reconhecer que é algo relativamente comum no universo de HP descobrirmos que alguém não é quem pensávamos que fosse, afinal a Poção Polissuco é uma das principais apresentadas na franquia.

      • Henrique Tavares

        Sobre ser patético: talvez seja uma palavra forte, mas é mais ou menos o que sinto mesmo. E, vish, não existe nem a menor sombra de comparação com a construção da reviravolta em Cálice de Fogo.

        E Poção Polissuco agora é a casa da mãe joana, acharia ainda pior pensar que foi o recurso utilizado novamente sem os devidos cuidados e limitações. Prefiro pensar que o Grindelwald tenha usado de outro artifício de personificação, vou dar pelo menos essa colher de chá.

        • tiagomelojuca

          Sobre o lance da construção, isso é natural, já que AFEOH foi escrito originalmente para o cinema. JK não contava com o mesmo espaço para construção dos personagens e plot, num filme isso precisa ser racionalizado. Aliás, quando assistimos aos filmes da série clássica, percebemos que MUITA coisa foi retirada, alterada e mal construída. Os filmes clássicos não tem um desenvolvimento satisfatório, e são, inclusive, confusos. Talvez você, como leitor, não tenha essa percepção pois já conhecia a história. Mas falando em termos de filmes, os sete originais não se saíram melhores que AFEOH. Mas é claro que respeito teu ponto de vista; é tua opinião, e se tu não gostou, não gostou e pronto, fim de papo. Só porque curte HP não precisa idolatrar tudo relacionado à franquia. Particularmente, detestei Cursed Child (embora os motivos pra isso sejam bem sólidos).

          Sobre Poção Polissuco, o ponto é que sempre foi casa da mãe Joana. Só mesmo na Câmara Secreta ela era uma coisa de outro mundo, porque dali em diante, vemos que é relativamente comum. Mas isso não se aplica somente a essa poção, outro exemplo é a magia do Patrono, inicialmente um feitiço extremamente complexo que depois todo mundo aprende. Mesmo no quinto livro, Mafalda Hopkirk (se não me engano) se surpreende com o fato de um bruxo de quinze anos conjurar um patrono corpóreo. Alguns meses depois, toda a Armada de Dumbledore sabe fazer isso.

          • Henrique Tavares

            Olha, não sei não se é natural um filme ter problemas de construção “porque é filme”.

          • tiagomelojuca

            Cara, eu penso ser natural (ao menos em um universo complexo e denso como o de HP), mas isso é um achismo. Meu ponto é que, se AFEOH é mal desenvolvido, os oito primeiros filmes são ainda mais.

        • Gisele Oliveira

          Eu acredito que o recurso que o Grindelwald utilizou pra se tornar Graves foi a transfiguração, poção polissuco é limitada demais.

      • Gisele Oliveira

        Quer dizer que agora com a franquia Animais Fantásticos já estamos chamando Harry Potter de “série clássica”? haha

        • tiagomelojuca

          Haha tipo isso. Mas não é? Quer dizer, agora que o universo tá se expandindo, com Cursed Child (que eu prefiro esquecer) e AFEOH, a gente precisa especificar :p